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Que tal aprender geografia em um cenário real? Para os alunos do IFSC Palhoça Bilíngue, integrantes do grupo de Estudos de Linguagens e Conceitos da Geografia, apelidado carinhosamente de 'Clubinho, foi assim. No dia 9 de maio, eles partiram para uma aventura com destino ao Parque das Grutas, em Botuverá, Santa Catarina.

O objetivo da visita foi proporcionar o aprendizado da disciplina por meio de atividades práticas de observação e assimilação dos conceitos. “É sabido que o advento da tecnologia, os vídeos, os simuladores e tantas outras ferramentas tecnológicas inseridas no espaço escolar enriquecem o processo educativo. No entanto, nada substitui a experiência de vivenciar as situações, como por exemplo, conhecer uma caverna", declarou a professora do câmpus, Edimara Rupolo. Segundo ela, reconhecer e vivenciar os conceitos permite que eles sejam melhor significados e aplicados.

A atividade parece ter surtido efeito junto aos participantes, “eu achei uma experiência muito diferente, ver como tudo lá se formou e o cuidado que eles estão tendo em preservar o local é muito incrível. A parte que mais gostei foi na segunda sala, quando o guia apagou a luz e dava para ouvir o barulho da água e dos bichinhos”, comentou empolgada a estudante do curso técnico integrado em Comunicação Visual, Nataly Silva. Já para a também aluna do curso, Mariana Ferrador, “visitar Botuverá foi só mais uma das experiências que nos agregam aprendizado e nos deixa, a cada aula, mais próximos de nossos objetivos”.

As grutas estão localizadas em uma área formada ainda na Era Pré-Cambriano, período que representa mais de 80% de todo o tempo geológico, o qual iniciou com a formação da crosta terrestre e terminou há mais de 500 milhões de anos. Na visita foram observados amplos salões com estalactites, estalagmites, colunas, cortinas, cristais e outras formações rochosas. Além da formação geológica, os estudante tiveram a oportunidade de aprender sobre o microclima, os ecossistemas da caverna, e observar a Mata Atlântica, a dinâmica hídrica e climática do complexo do parque, que é um espaço de atividades de educação ambiental e ações interdisciplinares em razão das suas características físicas e culturais. “O que mais me chamou a atenção na caverna, foram as formações que ela tem, algumas grandes e outras menores, mas que demoraram milhares de anos para crescer”, mencionou o aluno do curso técnico integrado em Comunicação Visual, Alexsander da Silva de Oliveira.

A visita se estendeu ainda ao Museu da Cultura Italiana, que conta com diversos espaços temáticos, os quais retratam o modo de vida dos colonos de origem italiana, incluindo a casa do colono em tamanho real, uma exposição de objetos e ferramentas, uma maquete animada dos materiais expostos, os engenhos movidos com energia hidráulica em pleno funcionamento, bem como, duas cavidades de queima de rocha calcária para moagem.

Por Sônia Santos | Relações Públicas do IFSC, com a colaboração da professora de geografia do câmpus, Edimara Rupolo.

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